Ao assistir um clipe mostrando as cidades sedes do mundial, Clóvis teve a nítida impressão de já ter estado naqueles lugares sem ter saído ao menos uma vez do Brasil. Aquilo só poderia ser um sinal de que algo lhe aguardava no país do Nono e da Nona.

Sensibilidade aflorada, bom-humor, jogo de cintura e, é claro, muita coragem, estava formada a mistura de ingredientes que viria a se concretizar na marca registrada de um grupo de amigos que não se deixa abalar pelas adversidades e faz da emoção o ponto forte de suas vidas.

Durante a viagem Clóvis conheceu MÁXIMO BERLUSCON* funcionário de um banco italiano que havia residido em Porto Alegre por algum tempo e que lhe garantiu alguns ingressos" à mais" , parecia que as coisas começavam a dar certo.

Hospedado em um hotel próximo a estação final, Clóvis tinha contato com quem quer que chegasse ou partisse de Turim, o que acabou lhe rendendo uma mudança inesperada para um quarto maior e mais luxuoso, por conta do dono do hotel é claro, tamanho o número de pessoas que ele terminou levando para que lá se hospedassem ( fato semelhante ocorreu com o restaurante onde almoçava).

Bem, se o resultado dentro das quatro linhas não foi o esperado, fatores extra-campo deixaram a clara sensação de que uma Copa do Mundo fora pouco e de que, com certeza, esse pouco deixou marcas profundas nos corações daqueles que se atreveram a seguir um simples intuito, deixando de lado seus cotidianos para se aventurarem naquilo que se tornou o marco de uma grande e fantástica jornada pelo mundo da emoção e do conhecimento.



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* Nome fictício